ou o céu, ou o mar. desde que isso permita que sejamos maiores do que aquilo que sentimos, quando o gelo é ainda escorregadio. (ou não fosse ele sempre escorregadio)
pois, entre metáforas e imagens e outros recursos que aqui registo (inúteis talvez, enquanto servindo apenas a mão livre de quem escreve e assim respira), não está apenas a convicção plena de que raramente a vida é como queremos que seja. está também presente uma consciência bem sólida e sujeita à experiência da lima, de que somos infinitamente responsáveis pela liberdade que nos integra.



